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Honda faz expedição de 7.500 km   

 



Aventura batizada de “Pra lá do fim do mundo” é liderada pelo navegador Amyr Klink. 

 



10/03/2018 - Texto: Autoline | Foto: Divulgação

Jaguar controlado pelo relógio

O navegador Amyr Klink lidera a expedição de 7.500 km até o Chile.

Conhecido por suas incontáveis travessias pelo mundo, o navegador Amyr Klink desta vez trocou as águas pelo asfalto. Desde o dia 7 de março, ele está capitaneando a expedição “Pra lá do fim do mundo”. A bordo de quatro carros da Honda – dois HR-V e dois WR-V – ele e oito jornalistas percorrerão 7.500 km ao longo de 19 dias até a cidade de Puerto Toro, no Chile, o ponto mais austral do mundo. Sim, ele fica depois de Ushuaia, cidade argentina comumente chamada de fim do mundo. Mas não é.

 

Além do Brasil, a rota inclui Uruguai, Argentina até chegar no Chile. O trajeto é permeado por cidades turísticas e inóspitas, estradas dos mais variados tipos e encontrará curiosidades e personagens surpreendentes.


Jaguar controlado pelo relógio

Além de Amyr, a equipe é composta por oito integrantes.

Depois de passar por Balneário Camboriú e Serra do Rio do Rastro (SC), Xangri-lá e Chuí (RS), os Honda, que não sofreram nenhum tipo de modificação para encarar a jornada, entram no Uruguai, com paradas previstas em Piriápolis, cidade que recebe grande quantidade de veleiros a caminho da Antártida, e Colônia do Sacramento.

 

Do lado argentino, a expedição segue por Buenos Aires, Península Valdés e Província de Santa Cruz. Ao sul da região Patagônica chilena, o Parque Nacional Torres del Paine também fará parte do roteiro. A última etapa prevê um trajeto de 32 horas que só pode ser feito de balsa pelo estreito de Beagle, canal que separa as ilhas da Terra do Fogo, no extremo da América do Sul. Em seguida, Puerto Toro, na Ilha Navarino, será o destino final.


Jaguar controlado pelo relógio

Motor de popa, gerador e bateria extra são alguns dos equipamentos levados para a aventura.

A famosa modularidade dos assentos dos Honda ajuda muito numa aventura como essa. Afinal, além da bagagem individual, Amyr e sua turma estão levando equipamentos importantes, como bote inflável, gerador, uma bateria extra e um motor de popa. Tudo foi colocado na parte de trás de um dos HR-V. “Os carros não ganharam adaptações porque queremos mostrar que o consumidor comum também pode fazer uma viagem assim”, afirma Klink. “O segredo é o bom planejamento e conhecer o roteiro.”

 

A viagem tem proposta ambiental. Serão emitidas 8 toneladas de CO² ao longo dos 7.500 km. Para compensar, milhares de árvores serão plantadas na Mata Atlântica no início da estação chuvosa, entre novembro e dezembro.