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Fabricantes que deixaram o Brasil 



Seis marcas que pararam de atuar no mercado brasileiro.

 



15/04/2018 - Texto: Autoline | Foto: Divulgação


A montanha russa da economia brasileira é a responsável para muitas empresas resolverem encerrar suas operações no país. Algumas fabricantes, que apostaram no sucesso de seus carros por aqui, não conseguiram suportar a crise provocada pelas vendas fracas, pela instabilidade econômica e pelos altos impostos de importação e finalizaram as atividades. Veja seis casos de montadoras que abandonaram o Brasil.

 

Mazda

Jaguar controlado pelo relógio

Nos anos 1990, a marca japonesa era representada por um importador oficial que trazia, entre outros carros, o MX-5, conhecido como Miata. Ela retirou-se e vislumbrou um retorno em 2012, que jamais aconteceu.


Gelly

Jaguar controlado pelo relógio

A fabricante chinesa é uma potência lá fora, tanto que atualmente é proprietária da Volvo. Mas a questionável qualidade de dois modelos vendidos no Brasil – o hatch compacto GC2 e o sedã EC7 – fez a marca ter vida curta no mercado nacional.


Alfa Romeo

Jaguar controlado pelo relógio

É comum surgir a especulação de que a Alfa Romeo, do grupo FCA (Fiat Chrysler Automóveis) retornará ao Brasil, de onde está ausente desde 2006. Por aqui, ela comercializou o sedã 2300 e outros automóveis como 164 e 155.


Lada

Jaguar controlado pelo relógio

A fabricante russa causou certo furor quando trouxe seus automóveis no início da década de 1990. O SUV Niva, o sedã Laika e hatch Samara tinham reputação de robustos, porém, isso não foi suficiente para prolongar a trajetória da Lada no Brasil, que durou apenas cinco anos.


Seat

Jaguar controlado pelo relógio

Empresa do Grupo Volkswagen, a espanhola Seat estreou no mercado brasileiro com modelos como o hatch Ibiza (clone do VW Polo) e o Cordoba. As vendas nunca justificaram o investimento da Volkswagen, que abreviou a presença da Seat no Brasil.


Mahindra

Jaguar controlado pelo relógio

A Mahindra é uma das maiores fabricantes na Índia, no entanto, seus veículos com design pouco inspirado não caíram no gosto do consumidor brasileiro. Ainda assim, ela insistiu por sete anos, até tirar o time de campo definitivamente.